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Morte de reitor não interfere em operação na UFSC

Notícia postada em 03/10

As investigações da Operação Ouvidos Moucos da Polícia Federal não devem ser afetadas pela morte do reitor afastado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Ele estava afastado da UFSC por determinação judicial.

De acordo com assessoria de imprensa da Polícia Federal, a morte de Cancellier não compromete a investigação e o andamento do inquérito. A morte dele deve ser investigada exclusivamente pela Polícia Civil, que instaurou inquérito na segunda-feira (2).

Na Justiça Federal de Santa Catarina, o processo continua normalmente, pois o inquérito envolve outras pessoas e outros fatos, conforme a assessoria de imprensa da Justiça. Nenhum dos investigados foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) e o processo está em fase de investigação, ainda segundo a assessoria.

Cancellier foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (2) no Beiramar Shopping, em Florianópolis. Em nota, a assessoria do shopping disse que por volta das 10h30 um homem cometeu suicídio, caindo no vão central. Ele se jogou da escada do piso L4.

Operação

Cancellier e outras seis pessoas foram presas em 14 de setembro, na operação, que apura desvio de recursos em cursos de Educação a Distância (EaD) oferecidos pelo programa Universidade Aberta no Brasil (UAB), na UFSC. O grupo foi liberado no dia seguinte.

 

Com informações do G1/SC

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