CONTATO

  • (49) 3323-5177
  • (49) 3323-2122
  • (49) 3323-0516

Destaque

Fotografia destaque

23/06/2017

Câmara aprova fim de multa para quem esquecer a Carteira de Habilitação

Últimas
da
Chape

Lauro Jardim e a matéria do ano!!!

Notícia postada em 18/05

Informações privilegiadas do Jornalista Lauro Jardim, da Globo On Line, de vazamentos da Lava Jato, afetam a imagem do Presidente Michel Temer.

De acordo com as informações, Temer foi gravado pelo presidente do Grupo JBS, Joesley Batista, dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha, preso desde outubro do ano passado.

O diálogo entre o presidente e Joesley Batista teria ocorrido por volta das 22h30 do dia 7 de março deste ano, no Palácio do Jaburu, a residência da vice-Presidência.

O empresário portava um gravador escondido. Joesley contou que estava dando uma mesada a Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro, para que ambos não falassem nada que prejudicasse o Governo.

Temer teria dito: “Tem que manter isso, viu?”. Segundo o empresário, não foi o presidente que determinou o pagamento da mesada, mas ele tinha conhecimento sobre ela.

Em nota, o presidente Temer desmente.

De acordo com o comunicado, o presidente não pediu nem autorisou pedidos de dinheiro para silenciar Cunha. De que esteve com Joesley no Palácio Jaboru, mas que o assunto não teria sido pedido de propina. Também afirma que apoia a Operação Lava Jato.

O Jornalista Lauro Jardim, falou sobre a matéria que complica a imagem do Presidente da República do Brasil e ilustra que ainda tem mais informações para ser levada a população sobre o encontro do Presidente do Joesley Batista.

Segundo o Jornalista, o audio que revela o escândalo, está nas mãos da justiça. O Procurador da República, Rodrigo Janot, encaminhou o material ao Ministro do STF, Edson Fachin.

A ações da Polícia Federal nesta quinta-feira, busca e apreensão na Casa do Senador Aécio, a prisão da Irmã do Senador e Inclusive o pedido pelo Procurador Geral da República Rodrigo Janot, para que o Procurador Ângelo Goulart Villela, que trabalha na Corte Eleitoral, já seriam desdobramento da delação de Jesley Bastista.

A intenção é encontrar documentos que possam servir de prova contra o procurador da República Ângelo Goulart Villela, que trabalha na Corte Eleitoral, e que foi preso pela corporação pela manhã. A defesa dele não foi localizada.

De acordo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Villela foi preso por suposto envolvimento com a operação Greenfield – que apura fraudes em fundos públicos de pensão e favorecimento a uma empresa de celulose controlada pelo conglomerado J&F, que também abarca o frigorífico JBS.

Por fim, segundo o jornalista Lauro Jardim, o acordo de leniência entre Jesley Batista e a Justiça Brasileira, permite o empresário o pagamento de R$ 25 milhões de reais e o gozo da liberdade.

Em Santa Catarina o deputado federal, Décio Lima, lider da minoria na Câmra, defendeu eleições imedidatas como saída para a crise política no país.

Para Décio Lima uma proposta de emenda constitucional permitiria a realização de elições diretas antes de 2018.

O lider da minoria revela e antecipa articulações com entidades como OAB e CNBB para defender as eleições diretas como saída para a crise,

Conteúdo disponível sob Licença Creative Commons     |     Desenvolvido por Infoway Soluções em Informática