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Melhor ano da história para produtor de milho, mas péssimo para granjeiros de Santa Catarina, avalia Faesc

Melhor ano da história para produtor de milho, mas péssimo para granjeiros de Santa Catarina, avalia Faesc

Saca do cereal é negociada por R$ 55,00 em Santa Catarina.

Em face do volume das exportações, mais de 40 milhões de toneladas foram enviadas ao exterior no ano passado, da seca no sul e do atraso no plantio, o  presidente da FAESC, José Zeferino Pedroso, prevê que deve faltar milho ainda neste primeiro semestre.

Para Pedroso, o cenário é preocupante porque, da demanda total, 96% destinam-se à nutrição animal, principalmente dos plantéis de aves e suínos.

O mercado interno ficará dependente da segunda safra, “safrinha”, a ser colhida em julho, que responde por 70% da produção total de milho.

A agroindústria espera que a segunda safra de milho garanta o abastecimento no segundo semestre, regularizando o cenário de oferta.

As atenções se voltam as importações da Argentina e do Paraguai.

 



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