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Estiagem já provoca perdas no setor agropecuário catarinense

O deficit hídrico ultrapassa 700 milímetros neste ano em Santa Catarina e a escassez de chuvas volta a preocupar a produção agropecuária no Estado.

O alerta é da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) ao citar o desabastecimento das propriedades rurais e os prejuízos nas lavouras de milho como principais problemas enfrentados no momento.

De acordo com a FAESC, a seca que se intensificou nos últimos meses acabou atrasando o plantio do milho – entre setembro e novembro – e está comprometendo as lavouras já semeadas.

O problema mais grave é na região oeste, onde os produtores estão contratando caminhões pipas para assegurar o abastecimento de aves e suínos.

O milho para silagem já foi plantado e, devido à estiagem, renderá menos volume do que o previsto para o ano.

A soja, que tem plantio iniciado no final de outubro, também pode ser prejudicada, já que as previsões não indicam chuvas suficientes para os próximos meses.

De acordo com a Epagri/Ciram, e a previsão é de pouca chuva para os próximos 15 dias, não ultrapassando os 30 milímetros no Estado.



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